+ sobre o MOVI, pelo Winebar

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Jamie Goode degustou os vinhos do MOVI (e também o Tunquen Pinot Noir)

Tunquen Pinot Noir Jamie Goode

Como orgulhosos membros do MOVI, o Movimento de Vinhateiros Independentes do Chile, eu não tenho idéia por que squeci de compartilhar com vocês essa notícia maravilhosa. Acontece que há algum tempo, Jamie Goode provou um vinho de cada membro MOVI e as reportou em seu site.

O mais legal é saber que mais gente tem as mesmas opiniões que nós temos. Veja só (em tradução MUITO livre):

“Tem uma coisa que faltava na cena vinícola do Chile: vinícolas boutique. Na maioria dos países do Novo Mundo, são as pequenas vinícolas as pioneiras, as que levam as novidades adiante. Mas no Chile, tudo tem sido em larga escala. Bodegas de propriedade de milionários, com centenas de hectares de vinhedos em cada empresa. E é difícil ser interessante e dinâmico quando você é enorme, e os vinhos do Chile, por vezes, tem pecado por estar sempre numa área segura e sem novidades.
Por isso, fiquei muito feliz quando provei os que fazem parte do MOVI (Movimiento de Viñateros Independientes), uma associação de pequenas vinícolas independentes. Quando MOVI foi formada, anos atrás, havia 12 membros; agora há 20. E isso é encorajador, assim como foram alguns desses vinhos.
Este é apenas um começo. Seria bom ver mais pequenos produtores no Chile trabalhando em pequena escala, fazendo vinhos autênticos e interessantes”

Para mim podia parar por aí porque já estava muito feliz, mas a coisa continuou pois Tunquen Pinot Noir recebeu 94 Pontos, a mais alta entre todos os vinhos avaliados. Tenho que dizer: Ô sensação boa essa de quando o trabalho que fazemos é reconhecido. Adorei!!! Abaixo vai o review:

Attilo & Mochi Tunquen Pinot Noir 2011 Casablanca, Chile
Lovely sweet, pure liqueur-like cherry fruit nose. Fine, aromatic and inviting. The palate is silky and textured with lovely acidity and great precision. Some spicy structure with real elegance. 94/100

A matéria completa você pode ver aqui www.WineAnorak.com

A vindima tá chegando. Hora de checar as uvas

Depois de tanto tempo sem escrever, aqui estão algumas fotos dos vinhedos e como as uvas estão se comportando em Casablanca. Estamos super empolgados para começar a colheita, sempre com Sauvignon Blanc e Pinot Noir, que parecem estar quase no ponto… Confiram o Marcos em ação!

The Killers, Franz Ferdinand e Radiohead….

Dinamarca - Movi 1

Alguns meses atrás, Marcos  e eu apresentamos os vinhos MOVI para Morten Vilsbæk. Morten é dinamarques, jornalista e também editor de vinhos e gastronomia para os jornais Fyens Stiftstidende y Fyns Amts Avis.

Bom, mas provavelmente você está perguntando o que tem a ver isso com vinho não é? É que a comparação que ele fez entre música e os vinhos MOVI é genial. Veja só:

Hvis de store producenter er at sammenligne med Bruno Mars, Beyonce og Jennifer Lopez, så er de små producenter i Movi vinverden ens svar på indie-rocken: The Killers, Franz Ferdinand og Radiohead – blot i spæd udgave.”

Não entendeu? Ok, o Google sempre ajuda: “Se os grandes produtores podem ser comparados a Bruno Mars, Beyonce e Jennifer López, os pequenos produtores do MOVI são como a resposta do rock indie: The Killers, Franz Ferdinand e Radiohead”

Adorei … Se você sabe dinamrquês e quer saber o que mais ele escreveu, é só clicar nas imagens abaixo (em pdf).

Dinamarca - Movi 1

Dinamarca - Movi 2

Outubro em MOVImento – Parte 2 (Feira de Vinhos do Hotel Plaza San Francisco)

Yes! They were happy tasting Tunquen and Sucre

E continuando com o MOVImento de outubro, também participamos da Feira de Vinhos no Hotel Plaza San Francisco. Este é o evento mais tradicional do vinho em Santiago, e junto com os outros membros do MOVI, foi ótimo estar lá. Claro que o stand do MOVI era o melhor de todos né?

Além disso, também tivemos o grande prazer de rever nossos queridos amigos brasileiros Jorge Carrara e Alvaro Cesar Galvão, pessoas muito importantes do mundo do vinho no Brasil.

Outubro em MOVImento – Parte 1

2013-10-10 19.06.46

Ser parte da diretoria do MOVI (Movimento dos Vinhateiros Independentes) é uma das coisas gosto muito. MOVI advoga por vinhos feitos a escala humana, no qual seus sócios estão diretamente conectados e envolvidos com o negócio.

E este mês de Outubro está sendo realmente movimentado para o MOVI. No dia 10 recebemos a seis jornalistas de vinho e gastronomia da América Latina. Do Panamá veio Esther María Arjona Coronado (EGO, Diario LA Estrella), do Uruguay recebemos a Martín Viggiano Simón (El Observador), da Costa Rica, Edgar Arturo Silva Loaiciga (Buen Día), do vezinho Perú chegou Catherine Contreras (El Comercio), da Venezuela Adriana Gibbs (Diario El Universal / Revista Estampas) e da Colombia German Arias (RCN TV).

Como uma das representantes MOVI, adorei conhecê-los no White Rabbit, um gastropub cheio de bossa em Santiago. Chad e Peter, os sócios, nos prepararam uns petiscos deliciosos, que acompanharam perfeitamente aos vinhos e também ao papo muito descontraído. Abaixo umas fotos:

Casablanca e Valparaiso entram para as Grandes Capitais Mundiais do Vinho

Tunquen Pinot Noir Casablanca ValleyHoje vou citar a Patricio Tapia, que na sua coluna do El Mercurio escreve sobre Casablanca recentemente ter sido nominada – junto com Valparaíso – uma das Grandes Capitais do Vinho no mundo:

“O Great Wine Capitals é uma organização que reúne dez das áreas vitícolas mais famosas no mundo e seu objetivo é promover o turismo, as tradições e o comércio entre elas. Até recentemente, na América do Sul, apenas Mendoza havia sido honrada em fazer parte deste grupo. Agora soma-se também Casablanca.

Mas, além da honra envolve estar na mesma lista onde figuram Toscana, Bordeaux, Rioja ou Porto, para Casablanca significa um tremendo reconhecimento da qualidade dos seus vinhos, apesar de ser a mais jovem entre esse grupo tão distinto. Lembre-se que os primeiros vinhedos em Casablanca foram plantadas por volta de 1982, pouco mais de três décadas, o que significa quase nada na linha do tempo do vinho.

Nesse “quase nada” da história, Casablanca foi capaz de produzir vinhos indispensáveis no cenário chileno, brancos e tintos que marcaram a era moderna dos nossos vinhos.”

Wiken Patricio Tapia Tunquen

E seguindo no artigo (para ler clique na imagem ao lado), Patricio recomenda alguns vinhos de Casablanca e – apesar de ser mais conhecida por seus brancos – destaca “O clima de Casablanca permite que uvas como a Cabernet Franc, a Merlot ou a Syrah dêm vinhos distintos das demais áreas do Valle Central; vinhos mais frescos, com menos corpo, mas também com mais poder aromático. Para Cabernet Franc, uma boa idéia é dar uma olhada ao Tunquen.”

É por isso que você tem que vir para Casablanca. E estando aqui, não deve deixar de ir conhecer Valparaíso, cidade porto que foi declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2003. Suas casas oscilando sobre as colinas, os elevadores e as pessoas são únicas. Mais recentemente, vários hotéis boutique, restaurantes e lojas abriram por lá, uma cidade boêmia, com uma boa opção de coisas para ver e fazer.